quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Riso



Nem mesmo o céu pode refletir tamanho brilho,
a maioria das estrelas se esconderam
sonhos começaram a me vender ilusões,

Das poucas estrelas que sobraram,
essas tímidas, se refugiavam em algum infinito
de tamanha beleza que era aquele feixe de Luz.

Pediram auxílio a Lua, que linda era sua grandeza
e supremacia diante de todas aquelas estrelas,
que mendigavam um reflexo.

Maior que toda aquela luminosidade,
era o espaço, com todas suas constelações,
mas nenhuma destas se comparava ao “riso”

Ato doce e singelo, com boas energias e
ao mesmo tempo o disfarçar de um lagrima,
a harmonia de um compasso e o descanso da Alma
simplesmente sorriso, sem tamanho , fabuloso e fino .

O mais extasiante era aquele pequeno “riso”,
sorriso de canto de boca,
aquele que insistia em deslizar e florescer ,
de desconfiança
talvez com sua pitada de maleficência ou
apenas um Sorriso.

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